Pérolas Negras participam da Copa São Paulo

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A equipe sub-20 de futebol haitiana, os Pérolas Negras, será a única estrangeira a participar da Copa São Paulo de Futebol Júnior, realizada em janeiro de 2016 na capital paulista. Com idade média de 18 anos, os atletas enfrentam o Juventus no domingo 03, às 14h, o América FC, às 16h e o São Caetano no dia 07, no estádio Conde Rodolfo Crespi, onde jogarão as equipes do grupo 28.

Os atletas desembarcam no Rio de Janeiro no fim deste mês de dezembro e vêm para ficar. Estarão provisoriamente instalados em um Centro de Treinamento (CT) do Viva Rio, localizado em Miguel Pereira, no Centro-Sul Fluminense. Eles formarão uma equipe mesclada com atletas brasileiros para disputar os campeonatos realizados no país. A partir de 2016, todos passarão a fazer parte da competitiva vitrine de atletas que disputam as melhores colocações nos times nacionais e internacionais.

A chave 28 dos Pérolas Negras, segundo a Federação Paulista de Futebol (FPF), é a que tem mais “carisma” no campeonato. O anfitrião da Copinha é o Juventus da Mooca, cujos resultados têm deixado a desejar. O Pérolas deverá contar com o entusiasmo de torcedores, como ocorreu em 2015 em um mata-mata na Javari, com a curiosidade gerada sobre o time que tem tudo para ser o queridinho da competição.
PerolasNegras
Sobre a Academia Pérolas Negras
A Academia Pérolas Negras está localizada na região de Bon Repos, ao norte de Porto Príncipe, onde são supervisionados por uma competente equipe técnica. O complexo dispõe de quatro campos de futebol, uma piscina, uma área de ginástica e pode acomodar até 110 atletas – meninos e meninas – que lá vivem, estudam e se tornam profissionais de futebol. Formar atletas haitianos, promover os talentos locais em competições internacionais, aumentar a empregabilidade dos técnicos, perpetuar o legado do futebol no Haiti e, acima de tudo, promover a inclusão social e a cidadania a partir do esporte são os objetivos do Viva Rio com o projeto.

Sobre o Viva Rio
Organização comprometida com pesquisa, trabalho de campo e formulação de políticas públicas para promover a cultura de paz e a inclusão social. A instituição foi fundada em dezembro de 1993, por representantes devários setores da sociedade civil, como resposta à crescente violência que assolava o Rio de Janeiro. Nessas duas décadas, desenvolvemos e consolidamos tecnologias sociais que se tornaram políticas públicas reproduzidas por governos, empresas e outras organizações.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Viva Rio