Pesquisa do Sebrae aponta melhorias para pequenas empresas terem lucro com a Copa

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Levantamento realizado em três cidades durante a Copa das Confederações mostra que empresas estão no caminho certo, mas ajustes são necessários

Durante a Copa das Confederações, realizada entre 15 e 30 de junho de 2013, o Sebrae acompanhou o desempenho de empresas em três cidades-sede (Recife, Belo Horizonte e Rio de Janeiro) do torneio. Foram observados pontos fortes – principalmente, os relacionados à busca de oportunidades nos segmentos de turismo, economia criativa, entretenimento, gastronomia, comércio varejista e serviços – e questões que precisam da atenção dos pequenos empresários, como atendimento, divulgação e identificação das iniciativas.

Para o economista e coordenador do Programa Sebrae 2014, Dival Schmidt, o domínio de idiomas estrangeiros é um dos pontos a serem trabalhados. “Existem algumas opções que podem ser exploradas, como as traduções por meio do uso da tecnologia e de ferramentas virtuais, que ajudam a promover a interação entre o consumidor e a empresa que o está atendendo.”, sugere o economista.

Outros aspectos observados durante a Copa das Confederações 2013 foram as oportunidades para negócios relacionados à iconografia e identidade local e o fluxo de visitantes entre as cidades-sede do Mundial. “(O fluxo) pode determinar uma série de oportunidades, não somente vinculadas ao turismo, mas também ao comércio e à economia criativa. Pesquisas indicam que boa parte dos turistas estará disposto a conhecer outros locais, interagir com outras opções, não somente de entretenimento, mas de busca de algumas diferenciações que o nosso País oferece”, aponta Dival Schmidt.

Papo de negócio
Dival Schmidt é um dos convidados da 4ª Edição do Papo de Negócio Sebrae 2014, que vai até esta sexta-feira (27.09). O coordenador tira dúvidas dos empreendedores sobre as oportunidades sinalizadas pela Copa das Confederações FIFA 2013. “Queremos construir boas alternativas para que as empresas façam negócios e se tornem mais competitivas.”, explica Schmidt.

Fonte: Sebrae