Seleção Gringa

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Mais uma seleção da série que brinca com os nomes e já apresentou os times gastronômico, agrícola, anatômico, regional, animal, religioso e avícola. Agora, uma seleção “gringa” formada com jogadores brasileiros cujo nome remeta a outras nacionalidades ou cidades estrangeiras.

Novamente, não foi fácil distribuir o time em campo, já que há muitos atacantes e poucos jogadores para a defesa e o meio de campo. Por sorte temos alguns atacantes chamados Washington e vários zagueiros chamados Índio; ficam como coringa para a montagem do time.

No gol podemos escolher entre Carlos Germano , que se destacou pelo Vasco da Gama e Sidnei Polli, que jogou sem brilho por Corinthians e Guarani, nos anos 90. Para a zaga, Itália, ex-zagueiro do Vasco da Gama e da seleção brasileira nos anos 20 e 30 e Japonês, que atuou pelo XV de Piracicaba nos anos 60. Claro que corremos um grande risco de eles não se entenderem, mas colocar Russo, ex-zagueiro do América-RJ não ia ajudar muito. Para compor a defesa ainda teríamos China, ex-lateral de Botafogo e Grêmio, que atualmente é técnico e Lima, que fez parte do famoso Santos dos anos 60.

A escolha de volantes e meias vai ser concorrida. Alemão, que chegou a ser companheiro de Maradona, disputa a posição com Pamplona, do Botafogo nos anos 20 e 30 e Russo (ou Ruço), do Corinthians dos anos 70. Junto deles, Chinesinho, ex-Palmeiras e Internacional. E aí sim, no ataque, uma Torre de Babel: Paraguaio, que era brasileiro e atuou com destaque pelo Botafogo, sendo inclusive o primeiro jogador a vestir a camisa 7 do time, França, ex-São Paulo, Américo, ex-ponta do Corinthians dos anos 20, Sidney, que fez parte dos Menudos do Morumbi nos anos 80 e Lima e China, ambos ex-Palmeiras, respectivamente das décadas de 40 e 60.

Um ataque alternativo poderia ser formado com Russo e Russinho. O primeiro, por incrível que pareça, nasceu no Afeganistão, mas veio ainda bebê para o Brasil e se destacou tanto pelo Fluminense nos anos 40 que chegou a seleção brasileira. O segundo também defendeu clubes cariocas, Vasco da Gama e Botafogo, nos anos 20 e 30. Outros jogadores que poderiam ser escalados, se alguém conseguir identificar suas posições, são Japonês e Castelhano, que chegaram a seleção brasileira em 1920 e Gringo, em 1935.

O técnico, nesse caso, não poderia ser outro a não ser Vanderlei Luxemburgo.

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