Seleção Anatômica

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Nomes (e apelidos) curiosos de jogadores de futebol são comuns e vem sendo abordados por aqui. Já escalamos uma seleção gastronômica, uma seleção regional, uma seleção animal e uma verdadeira seleção avícola. Chegou a hora de resgatar os craques chamados por suas características físicas ou ligações com o corpo humano. A fartura não é tão grande quanto em outras equipes montadas aqui, mas ao menos um time conseguimos:

No gol, Cabeção, ex-goleiro do Corinthians, que brilhou nas décadas de 40 e 50. Ainda na defesa, teríamos Nariz, que atuou por Atlético-MG, Fluminense e Botafogo-RJ, Alfinete, ex-Corinthians, Júnior, ex-Flamengo, que tinha o apelido de Capacete, por conta da vasta cabeleira e Bigode, ex-Fluminense, Flamengo e Atlético-MG. No meio de campo teríamos Médio, tio de Ademir da Guia e que fez carreira por Bangu e Flamengo, Magrão, voltante que surgiu no Palmeiras nos anos 90, Renato Pé Murcho, ex-Guarani e São Paulo, Basílio, que ficou imortalizado como Pé-de-Anjo e Sócrates, o Magrão, ambos do Corinthians.

Já para o ataque a fartura é grande. Seria difícil escolher quem entraria em campo dentre Careca, centroavante que marcou época no Tricolor e no Napoli, Romário, o Baixinho, Vavá Peito-de-Aço, ex-Vasco da Gama e Palmeiras, o Pequeno Polegar, maior ídolo da história corintiana, Queixada, já mencionado aqui no Futebol-Arte, Marcelinho Carioca, o segundo Pé-de-Anjo da torcida alvinegra e Baltazar, o Cabecinha de Ouro, também do Timão. E olha que ainda nem falamos de Cuca, atualmente treinador, mas que fez seus golzinhos pelo Grêmio, Valdir Bigode, ex-atacante do Vasco e Magrão, atacante que atuou por São Caetano, Internacional de Porto Alegre e Verdão.

Quem não deve ter ficado nada satisfeito de entrar nesse time foi Carlos Alberto Pintinho, ex-Fluminense, que atuava no meio de campo…

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