Morte Súbita

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No futebol a morte também está presente. Seja em termos como morte súbita, quando uma prorrogação terminava com um gol de qualquer das equipes, independente do tempo de jogo ou quando uma torcida protesta contra maus resultados (ou sacaneia um rival) levando um caixão com a bandeira do clube, como se a morte já tivesse ocorrido. Infelizmente também está presente fora de campo, com as intermináveis brigas de torcidas ou dentro, com situações traumáticas que ficam pra sempre na lembrança de quem acompanha o esporte, como a morte de Serginho, do São Caetano, na partida contra o São Paulo.

No dia de hoje, quando as pessoas religiosas relembram, visitam e oram por “seus” mortos, podemos aproveitar parte do feriado para pensar em soluções para que não tenhamos mais um morto, o futebol brasileiro; porque tem dirigente tão incompetente por aí que se a gente não ficar atento logo logo está chorando com bandeira na mão.

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Ricardo Roca
Formado em Comunicação Social e pós-graduado em Administração de Empresas, ambos os cursos pela ESPM, atualmente cursando mestrado em Linguística. Professor universitário, sócio da Roda Fiandeira, consultor nas áreas de comunicação e marketing e apaixonado por futebol e arte.