Kaká, o bom moço

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De quase paraplégico a melhor do mundo é uma trajetória e tanto. Ricardo Izecson viveu isso e conquistou seu espaço no futebol mundial e na galeria dos grandes craques. Um acidente em uma inocente brincadeira de piscina causou a fratura de uma vértebra que quase o impediu de seguir a carreira de futebolista. Isso aconteceu quando Kaká tinha 18 anos, em outubro de 2000. Quatro meses depois ajudaria o São Paulo a conquistar o título do Torneio Rio-São Paulo.

Rapidamente ganhou status de ídolo e surgiram as comparações com Raí, por atuarem na mesma posição, por ser articulado e por seu sucesso junto ao público feminino. Do tricolor vai para o Milan, onde sua fama apenas cresce. Na Itália conquista um Campeonato Italiano, uma Supercopa da Itália, uma Supercopa Européia, uma Liga dos Campeões da UEFA e um Mundial Interclubes, despertando o interesse do poderoso Real Madrid. Chega ao time de galácticos, onde está até hoje, a peso de ouro, mas as contusões passam a acompanhá-lo. Na Espanha conquistou apenas uma Copa do Rei, essa semana, na maratona Barcelona-Real Madrid.

Pela seleção já conquistou uma Copa do Mundo e duas Copas das Confederações. Ainda é uma das grandes esperanças de Mano Menezes e da torcida brasileira para a Copa de 2014. Nem precisa voltar a ser o jogador que conquistou todos os prêmios de melhor do mundo em 2007, mas se voltar a atuar com regularidade, certamente tem espaço no time.

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Ricardo Roca
Formado em Comunicação Social e pós-graduado em Administração de Empresas, ambos os cursos pela ESPM, atualmente cursando mestrado em Linguística. Professor universitário, sócio da Roda Fiandeira, consultor nas áreas de comunicação e marketing e apaixonado por futebol e arte.