Ademir da Guia, o Divino

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Ademir já apareceu em alguns posts por aqui, como na poesia de João Cabral de Melo Neto ou quando contei como me tornei palmeirense.

Filho de Domingos da Guia, conhecido como Divino Mestre, herdou do pai a classe e o apelido de Divino. Divide com São Marcos o posto de maior ídolo do Palmeiras, onde chegou em 1961, para sair apenas ao encerrar sua carreira, em 1977. Ao longo desse tempo ajudou o clube a conquistar cinco títulos nacionais, cinco Campeonatos Paulistas, um Rio-São Paulo, três Troféus Ramon de Carranza, na Espanha e, mais que isso, a elevar ainda mais o respeito por um time já consagrado. Na foto, ao lado de seu busto, no Parque Antártica, honraria concedida até hoje a apenas três jogadores: Ademir, Junqueira e Waldemar Fiúme. Sobre essa homenagem, em breve conto aqui uma lenda interessante; uma maldição que teria sido lançada contra o Palestra. Completa hoje 69 anos.