Riquelme, Amarilla e o Não-Corinthians

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Se Riquelme não é mais o mesmo de antes, ainda apresenta uma imensa categoria. Já o árbitro Carlos Amarilla continua o mesmo de sempre. Deixou de dar um pênalti claro para o Timão e anotou um impedimento que Romarinho chewgou a concluir para as redes.

Já vi esse filme antes; duas vezes. Em 2000, na final da Libertadores, Riquelme comeu a bola contra o Palmeiras e o árbitro Gustavo Mendez completou o serviço. No ano seguinte. agora na semifinal, o confronto se repetiu. O 10 do Boca continuava faminto e dessa vez contou com a ajuda nos dois jogos, primeiro Ubaldo Aquino e depois Oscar Ruiz, impedindo o alviverde de disputar sua terceira final seguida do torneio. Bem-vindos ao clube dos garfados.
riquelme
Em 2013, o problema é que na primeira partida, na Bombonera, o alvinegro simplesmente não apareceu, foi o Não-Corinthians. E hoje, quando resolveu dar as caras, já era tarde demais.

Tudo que deu certo na campanha do ano passado, não deu esse ano. Na fase iluminada Cássio fez milagres, Romarinho assombrou meia Argentina, a bola entrava lá na frente e a defesa garantia lá atrás. Agora, a bola bateu na trave, àto furou e Cássio se adiantou.

Em uma semana o sonho da América enferrujou para o nosso “Trio de Ferro”.

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