Minha Seleção Brasileira – Abril/2013

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Mês passado comecei aqui a apresentar o que seriam as minhas convocações para a seleção brasileira. Passado pouco mais de um mês, acompanhando as fases de classificação dos estaduais e da Libertadores, os amistosos da seleção (do Felipão) e o couro comendo nos mata-matas da Liga dos Campeões da Europa, vejamos o que mudou.

Meu time titular era: Diego Cavalieri (Fluminense), Daniel Alves (Barcelona), Thiago Silva (PSG), Dedé (Vasco) e Marcelo (Real Madrid); Paulinho (Corinthians), Hernanes (Lazio), Oscar (Chelsea) e Kaká (Real Madrid); Neymar (Santos) e Pato (Corinthians). Sou obrigado a rever, espero que temporariamente, a posição de Dedé, que ficou “parado” esse tempo e de Kaká, que não “deslancha”. Por coerência, em seus lugares entrariam David Luiz (Chelsea) e Ronaldinho Gaúcho (Atlético-MG). Sobre o atleta do Chelsea, como eu já havia mencionado antes, seria interessante fazer um teste mais forte com sua entrada como volante, talvez no lugar de Hernanes.

Para o time “reserva”, em março “convoquei”: Julio Cesar (Queens Park Rangers), Adriano (Barcelona), David Luiz (Chelsea), Miranda (Atlético de Madrid) e Felipe Luis (Atlético de Madrid); Jean (Fluminense), Ramires (Chelsea) e Ronaldinho Gaúcho (Atlético-MG); Lucas (PSG), Fred (Fluminense) e Bernard (Atlético-MG). Nesse caso, para a posição de David Luiz, ficariam em observação o próprio Dedé, Réver (Atlético-MG), que neste momento está melhor, Dante (Bayern), que vem jogando demais e Henrique (Palmeiras), que tem tido uma boa produção. Com a ida de Ronaldinho para o time titular, a dúvida ficaria entre o próprio Kaká, Jadson (São Paulo), que vem se apresentando muito bem e seu companheiro Ganso (São Paulo), que teria lugar cativo no time se jogasse o que dele se espera. Bernard também fica prejudicado pelo período inativo.

Alguns outros jogadores entram em uma espécie de “lista de espera”, como Cássio (Corinthians), Marcos Rocha (Atlético-MG), para a lateral-direita e Osvaldo (São Paulo) para o ataque.

Por enquanto, apenas a certeza de que, pela apresentação de Bayern e Borússia nos “jogos de ida” das semifinais da Champions, a Alemanha ver fervendo pra cá e o Felipão vai ter trabalho.

3 COMENTÁRIOS

    • Johann, tudo bem?
      Olha, não concordo que o Neymar pipoque. Ele pode ainda não ter apresentado na seleção o mesmo futebol que o consagrou no Santos, mas ainda é, de longe, nosso melhor jogador. Sua presença é sempre esperança de algum lance ou jogada mais perigosa; seus números também não são ruins.
      Vamos torcer para que o time todo melhore de rendimento.
      abraço,
      Roca

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